Na mesa de seu primeiro Natal, o bom velhinho o perguntou:

“Vai fazer TCC”?

E ele respondeu:

“Não, prefiro jungiana.”

Ninguém riu.

Não teve graça.

Segue a ceia. No forno, o mais aguardado, esperado e desejado prato: arroz de forno. Milho, ervilha, passas e o resto do frango que sobrou do banquete, que agora é no dia 22, não no dia 24, como era antes.

Falaram que 24 era coisa de viado, assim escrito com i, e teve gente que acreditou e saiu espalhando por aí. Foi uma confusão danada, pitbull correndo e pincher mordendo o calcanhar de visita.

Tudo como sempre foi, você sabe.

Natal é foda.

Jornalista de Niterói sobrevivendo diariamente ao golpe de 2016. Escrevo para marcar meu tempo nesse espaço.

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